A enxaqueca é a décima
doença mais incapacitante, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Este mal atinge cerca de 15% da população mundial. De acordo com o Ministério
da Saúde, as mulheres são as que mais sofrem de enxaqueca. A explicação para
este fato é a alteração hormonal durante o ciclo menstrual.
Caracterizada por uma dor
muito forte, a enxaqueca pode durar até 72 horas. Alguns remédios muitas vezes
não ajudam a controlar os sintomas. A enxaqueca é mais comum em pessoas
com idade entre 25 e 45 anos. As causas exatas são desconhecidas, embora se
saiba que elas estão relacionadas com alterações do cérebro e possuem, até
mesmo, influência genética.
“Existem fatores
desencadeantes da enxaqueca como o estresse e a ansiedade. Jejum prolongado, falta
de sono e sedentarismo também podem contribuir para desencadear a enxaqueca.
Assim como, a ingestão de alguns alimentos específicos como vinho e chocolate.
”, explica o especialista Dr. André Mansano.
Dor de cabeça x Enxaqueca
A principal diferença entre
a dor de cabeça e a enxaqueca está na duração dos sintomas. Mas existem outras
diferenças:
§
Usualmente, a enxaqueca se concentra em apenas um lado da cabeça;
§
A enxaqueca está associada a fotofobia (incômodo gerado pela luz) e
fonofobia (provocada pelo barulho).
§ Enxaqueca
episódica: abaixo de 15 dias
§ Enxaqueca
crônica: acima de 15 dias por mais de 3 meses
§ Enxaqueca
diária: cefaleia crônica
Ao todo, são mais
de 150 tipos de cefaleia. Por isso, é importante ir buscar o diagnóstico certo
com um especialista. “Com o diagnóstico confirmado em enxaqueca, o paciente
deve evitar os fatores desencadeantes. Alimentar-se de 3 em 3 horas, ter
qualidade no sono, evitar estresse e ansiedade, não fumar e não ingerir bebidas
alcoólicas. Estas são atitudes disciplinadoras que previnem a enxaqueca. ”,
conclui o Dr. André.
Fonte: http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2016/02/15/enxaqueca-atinge-cerca-de-15-da-populacao-mundial/

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