Desde a quinta-feira
(4), a campanha da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)
sobre a herpes-zóster é divulgada em sites e veículos de comunicação.
Esta infecção viral é
causada por um vírus chamado Varicela-zóster, que não deve ser confundido com o
vírus da herpes simples. Essa doença surge pelo vírus da catapora (varicela)
adormecido.
Seus principais
sintomas são formigamento, febre baixa no primeiro dia e lesões vermelhas que
doem e coçam, bem parecidas com picadas de inseto ou alergia. Por fim, surgem
bolhas com água (onde contém o vírus). Para quem tem uma boa saúde, em sete
dias todas as lesões terão criado crosta e a doença terá chegado ao fim.
A herpes-zóster pode
ser transmitida através do contato. Por isso, é importante separar as toalhas e
os objetos pessoais que entram em contato com a lesão, que deverá ser limpada
com água boricada e coberta para impedir que bactérias causem infecção.
Esta doença pode
acometer pessoas de qualquer idade, mas é mais perigosa quando acontece com
quem possui mais de 50 anos, por causa do sistema imunológico que é mais
devagar.
A vacina de prevenção a
catapora pode ajudar a evitar a herpes-zóster, mas este estudo é muito recente.
A herpes-zóster costuma
curar por si mesma, mas isso depende do sistema imunológico da pessoa. Por
isso, é importante buscar ajuda médica assim que os primeiros sintomas
surgirem. Caso o tratamento não seja realizado, a herpes-zóster pode piorar e
gerar dificuldade na execução de atividades do cotidiano, como movimentar os
braços. Em casos mais graves, quando ataca a região dos olhos, pode causar
cegueira.
Para saber mais sobre
esta doença e a nova campanha, visite: http://www.entendaozoster.com.br/

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