quinta-feira, 30 de abril de 2015

Crianças que coçam muito os olhos podem desencadear astigmatismo


Pais podem evitar que o problema se manifeste na infância já que a coceira excessiva nos olhos pode ser resultado de alguma alergia preexistente.

Ver uma criança coçando os olhos com muita força é uma cena que incomoda. Se o ato se repete com frequência os pais devem ficar atentos e procurar ajuda.

Membro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO) e diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, o médico oftalmolotista Renato Augusto Neves afirma que meninos e meninas que insistem nesse hábito precisam da ajuda de um especialista já que a força dessa ação pode alterar o formato da curvatura da córnea e desencadear o astigmatismo. “Trata-se de um dos erros refrativos mais comuns, ao lado da miopia e da hipermetropia. Aliás, o astigmatismo costuma vir acompanhado de uma dessas duas condições. Apesar de ser uma condição herdada geneticamente, o problema também pode surgir em crianças e adolescentes que coçam vigorosamente os olhos – geralmente, resultado de alguma alergia preexistente”, afirma. 

Segundo ele, a única forma possível de prevenção, já que o componente genético é forte, é evitar que a criança coce demais os olhos. “Uma vez começado, trata-se de um hábito de difícil contenção. Por isso, vale a pena fazer o diagnóstico da alergia e tratá-la para que esses episódios de coceira sejam mais espaçados ou nulos”, reforça.

A recomendação da SBO é que a primeira visita ao oftalmologista deva ocorrer antes de o bebê completar seis meses. Depois disso, de acordo com Renato Augusto Neves, a criança deve fazer exames de visão entre 2 e 3 anos e quando começar a fase de alfabetização, entre 5 e 7. Na adolescência, a visita ao médico deve acontecer entre 13 e 15 anos e, na fase adulta, a pessoa deve fazer exames oftalmológicos a cada dois anos ou anualmente (caso tenha algum problema detectado que precise de acompanhamento). “Quem usa óculos ou lentes de contato deve aferir o grau todos os anos, a fim de enxergar bem e manter uma boa qualidade de vida”, diz.


Fonte: http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2015/04/28/noticia_saudeplena,153184/criancas-que-cocam-muito-os-olhos-podem-desencadear-astigmatismo.shtml

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Cuidando da sua boca você estará cuidando do seu coração


Já fazem alguns anos que infecções na boca têm sido associadas a um maior risco de doenças cardíacas. Para a maior parte da população, entretanto, esta ligação não é bem entendida, muito devido ao fato das pessoas perceberem os dentes e a boca como partes independentes do resto do corpo. Desta forma, a noção que uma simples gengivite pode aumentar o risco de desenvolver uma doença cardíaca grave torna-se contraintuitiva.

Os principais motivos que levam as pessoas a terem cuidado com a higiene oral estão ligados à aparência, prevenção de infecções na boca e mau hálito. Poucos sabem que com este hábito simples estão ajudando a evitar doenças cardiovasculares.

Infecções na boca constituem a doença mais comum da humanidade e suas consequências não se restringem ao ambiente bucal. Isto é o que prova um artigo de revisão que compila resultados dos principais trabalhos científicos publicados sobre o assunto. A revisão, publicada recentemente na revista Trends in Endocrinology and Metabolism, confirma que existem fortes evidências científicas que associam as infecções da boca (as mais comuns são a gengivite, a periodontite e a cárie) a uma maior incidência de doenças cardiovasculares.

O mecanismo que explica esta ligação entre infecção oral, comumente produzida por uma higiene bucal descuidada, e doenças sistêmicas, como as doenças cardiovasculares, está agora melhor esclarecido. As infecções da gengiva, gengivites com formação de placa bacteriana, podem evoluir para a infecção das estruturas de ligação dos dentes com o osso, que são as periodontites. Por sua vez, cáries não tratadas podem evoluir para a infecção da polpa dental. Todas estas condições servem de porta de entrada das bactérias para a circulação sistêmica.

Estudos recentes demonstram a presença do DNA de bactérias orais em placas de ateroma; estas bactérias contribuem de maneira direta ou como um cofator para o desenvolvimento de inflamação crônica e aterosclerose com todas as suas consequências cardiovasculares. Existe uma relação dinâmica entre o microbioma oral (conjunto de bactérias que infectam a boca) e o processo de inflamação sistêmica crônica que predispõe o indivíduo a desenvolver doença cardiovascular.

Escovar os dentes regularmente e, principalmente, fazer uso do fio dental, são formas baratas e eficazes de remover ou impedir a formação de placas bacterianas, impedindo as infecções na boca.

A boa higiene oral, além de causar boa aparência, evitar o mau hálito e trazer bem estar na boca, pode contribuir muito para diminuir o risco de doença cardíaca! 
Autor: Equipe ABC da Saúde
Referência Bibliográfica
-Trends in Endocrinology and Metabolism - In press - Available online 16 April 2015.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Chá verde com maçã - Receita de saúde


Vários estudos científicos nos últimos anos têm associado o consumo de alguns tipos de alimentos à promoção de saúde. Resultados consistentes apontam para uma relação positiva entre o consumo de frutas e verduras e diferentes benefícios à saúde, principalmente no que diz respeito à proteção do aparelho cardiocirculatório contra aterosclerose e também ao desenvolvimento de certos tipos de canceres. O chá verde também tem atraído a atenção dos cientistas e tem sido considerado como um "benfeitor" à saúde, entretanto, com resultados ainda controversos.

Tanto para o efeito das frutas como para o do chá verde, o mecanismo de ação proposto é o de promover nas células um processo químico chamado de antioxidação. Este processo ocorre por meio de substâncias contidas nestes alimentos, genericamente chamadas de antioxidantes, que atuariam diminuindo os processos de formação de placas de ateroma e de formação de novos vasos sanguíneos (processo este chamado de angiogênese e muito importante no desenvolvimento e manutenção de tumores). O conjunto dos principais antioxidantes estudado pertence à categoria química dos polifenóis (presente em grande quantidade no azeite de oliva).

Na tentativa de entender melhor esta relação entre os polifenóis e a diminuição de processos biológicos subjacentes a algumas doenças, um grupo de pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Alimentos da Inglaterra realizou um estudo com o objetivo de determinar os mecanismos moleculares que fazem com que os polifenóis reduzam a angiogênese e suas consequências prejudiciais à saúde. Os resultados desta pesquisa foram publicados nesta semana na revista científica Molecular Nutrition and Food Research.

A pesquisa demonstrou que o polifenol específico da maçã (procianidina) complementa o efeito do componente do chá verde (epigalocatequina). Este efeito consistiu de uma inibição de uma proteína chamada de Fator de Crescimento do Endotélio Vascular (a sigla em inglês é VEGF) e que é um potente promotor da angiogênese.

Mais interessante ainda é que a combinação dos dois polifenóis faz com que seja necessária uma concentração baixa de cada um deles para atingir o efeito inibidor de angiogênese . Esta concentração pode ser alcançada com a quantidade destes compostos encontrada numa dieta normal que contenha maçã e chá verde.

Então, para o lanche da tarde, uma maçã com um copo de chá verde vão lhe fazer bem! 
Autor: Equipe ABC da Saúde

Referência Bibliográfica


·         -Molecular Nutrition and Food Research- 2015, 59, 401–412 DOI 10.1002/mnfr.201400478.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

MP libera e Piracicaba soltará mosquito da dengue geneticamente modificado


Depois de barrar a utilização de mosquitos geneticamente modificados no combate à dengue, o Ministério Público de Piracicaba liberou, nesta quarta-feira (15), a soltura de exemplares do Aedes Aegypti cujos genes sofreram alterações para que seus descendentes não cheguem à fase adulta. De acordo com a administração municipal, a cidade já registrou 655 casos de dengue neste ano e corre o risco de registrar epidemia da doença. A cidade será a primeira no estado de São Paulo a utilizar o procedimento, feito em caráter experimental e que ainda não tem regulamentação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A liberação dos mosquitos estava prevista para ocorrer em 20 de abril, mas um pedido do MP fez com que a data fosse revista pela administração municipal. Agora, a soltura dos transgênicos deve ser feita na última semana de abril. O investimento no projeto é de R$ 150 mil e, segundo a Oxitec do Brasil, empresa responsável pela modificação do mosquito, a redução do Aedes selvagem pode chegar a 90%.

Serão soltos dois milhões de mosquitos em um primeiro momento, mas novas levas serão soltas três vezes por semana com outros dois milhões de mosquitos, no total. Os mosquitos serão soltos no bairro Cecap, que concentra a maioria dos casos na cidade e, caso os resultados forem positivos, o projeto pode ser expandido para outras áreas.

Os mosquitos transgênicos são machos, não picam e não transmitem a dengue. Eles sofreram uma alteração que faz com que seus descendentes não cheguem à idade adulta, o que, segundo as autoridades, trará a queda na população do mosquito. Com isso, espera-se que menos casos de dengue sejam registrados.

TAC
Para utilizar os mosquitos modificados, entretanto, a prefeitura e a Oxitec precisaram assinar um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) onde se comprometem a não proibirem o uso de inseticida e realizarem as nebulizações de combate ao vetor da dengue. A aplicação do veneno irá matar tanto os exemplares modificados quanto os selvagens.

"A contratação da tecnologia do Aedes Aegypti transgênico não desobriga o município a cumprir as medidas preconizadas nas Diretrizes Nacionais para o Controle e Prevenção da Dengue do Ministério da Saúde e do Programa Estadual de Controle da Dengue, como a aplicação de inseticida, fiscalização domiciliar, campanhas de orientação da população sobre os sintomas da doença e remoção de criadouros", afirmou a promotora Maria Christina Marton de Freitas;

O acordo determina ainda que os dados sobre a eficácia dos mosquitos transgênicos deverão ser disponibilizados na Internet e qualquer pessoa que quiser acompanhar o caso deverá ter acesso a informações. Além disso, a Oxitec terá que acompanhar, por dois anos após o fim da soltura dos mosquitos, os locais onde eles foram liberados, certificando-se que não haverá mais nenhum mosquito modificado.  A empresa também concordou com os termos.

A Prefeitura de Piracicaba informou, em nota, que o acordo responde aos questionamentos que surgiram após a divulgação de que mosquitos modificados geneticamente seriam utilizados e que irá manter todas as medidas atualmente utilizadas para combater a dengue. Ainda segundo a administração, embora não seja regulamentado pela Anvisa, o uso dos transgênicos já foi aprovado pelo CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), o órgão colegiado responsável pela aprovação e regulação de organismos geneticamente modificados no Brasil e não deve trazer nenhum tipo de risco aos moradores.


Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/04/15/mp-libera-e-piracicaba-soltara-mosquito-da-dengue-geneticamente-modificado.htm

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Um simples exame de saliva para diagnosticar o autismo


É o sonho de consumo de todos os médicos e da população em geral pois não existe nenhum exame laboratorial capaz de confirmar uma hipótese diagnóstica de autismo.
O diagnóstico de autismo continua sendo clínico, baseado no histórico e na observação do paciente e dependendo dos poucos especialistas disponíveis no Brasil para realizá-lo. O processo pode levar anos (filas de espera) beneficiando poucos e garantindo que milhares de centenas de autistas jamais receberão seu diagnóstico ou alguma forma de tratamento.
Eis que surge um grupo de pesquisadores da Clarkson e da State University of New York, liderados pelos Drs. Armand Wetie e Alis Woods propondo um método inédito, rápido e eficaz para realizar o diagnóstico de autismo: um simples exame de saliva.
Examinando a saliva de 6 jovens autistas na faixa de 6 a 16 anos e comparando a um grupo controle constituído por jovens neurotipicos (normais) os pesquisadores dectectaram na saliva dos jovens autistas um aumento significativo de nove proteínas e a diminuição ou ausência de outras três. As proteínas identificadas tinham uma função diretamente relacionadas ao sistema imunológico e a distúrbios digestivos.
Para a realização deste ensaio científico os pesquisadores lançaram mão de uma tecnologia sofisticada: a espectrometria de massa apoiada por conhecimentos fornecidos por um novo ramo da ciência: a proteômica que tem por objetivo estudar a estrutura e função de milhares de proteínas produzidas em nosso organismo obedecendo instruções fornecidas pelos nossos genes.
A notícia é alvissareira, se confirmada por outros grupos de pesquisadores, pois, em tese, poderá oferecer um diagnóstico rápido do autismo permitindo uma intervenção terapêutica precoce, garantindo um bom prognóstico para os pacientes.
No Brasil receio que recursos diagnósticos, como o proposto por estes cientistas, tragam mais angústia do que alívio ou esperança. Imaginem as famílias dos 2.000.000 de autistas que vivem entre nós cientes do transtorno que acomete seus filhos, netos, sobrinhos ou outros agregados sem ter a disposição nenhum recurso público a recorrer. É desesperador.
Referência: “A Pilot Proteomic Analysis of Salivary Biomarkers in Autism Spectrum Disorder'' – Journal of Autism Research.
Fonte: http://estevaovadasz.blogosfera.uol.com.br/2015/03/16/um-simples-exame-de-saliva-para-diagnosticar-o-autismo/

terça-feira, 14 de abril de 2015

OMS alerta que cesarianas só devem ser feitas quando há indicação médica


A cesariana pode ser necessária quando o parto vaginal coloca em risco a vida da mãe e do bebê.

 A cesariana é uma das cirurgias mais comuns no mundo, com taxas crescendo sobretudo em países de média e alta renda. Embora possa salvar vidas, o procedimento é comumente adotado sem indicação médica e coloca a saúde de mulheres e de seus bebês em risco. O alerta foi feito nesta sexta-feira (10/04) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com a entidade, a cesariana pode ser necessária quando o parto vaginal coloca em risco a vida da mãe e do bebê, como em casos de trabalho de parto prolongado, sofrimento fetal ou quando o bebê está em uma posição pouco comum.
A OMS destaca que as cesarianas podem provocar complicações como incapacidades ou morte, particularmente quando não há instalações adequadas para os procedimentos cirúrgicos de forma segura ou para tratar possíveis complicações.

Desde 1985, a comunidade médica internacional defende que a taxa ideal de cesarianas esteja entre 10% e 15%. Segundo a OMS, estudos recentes indicam que quando as taxas se aproximam de 10% a mortalidade materna e entre recém-nascidos é menor. Mas, quando a taxa supera os 10%, não há evidências de melhoria nos índices.

Diante da ausência de um sistema de classificação internacionalmente aceito para monitorar e comparar dados relativos a cesarianas, a OMS defende que seja adotado o Sistema Robson, que classifica mulheres internadas para parto em grupos baseados em características como número de gestações anteriores, posição do bebê, idade gestacional, cicatrizes uterinas e número de bebês.

O outro lado

Ainda segundo a OMS, outras grávidas com reais necessidades médicas de fazer este procedimento simplesmente não têm acesso à cirurgia. "Se um país tem uma taxa abaixo de 10%, você vai ver que há mais mães e bebês morrendo por (falta de) acesso", disse a diretora do departamento de saúde reprodutiva da OMS, Marleen Temmerman. "Vemos mulheres morrendo em alguns países porque não conseguem ser operadas a tempo", afirmou.

Segundo cifras de 2008 da Organização Mundial da Saúde, cerca de 23% das crianças vieram ao mundo na Europa por cesariana. A prática corresponde a 35% dos partos nas Américas do Norte e do Sul e 24% no Pacífico ocidental. No Brasil, a incidência é de 53%.

Apenas a África e o Sudeste asiático, com taxas de 3,8% e 8,8%, parecem estar livres dessa "epidemia". As recomendações feitas nesta sexta-feira foram o primeiro apelo específico feito pela OMS para reduzir o número de partos por cesariana exceto quando há necessidade médica para tal. "Eu penso que esta é a primeira vez que estamos sendo tão explícitos a esse respeito", disse a especialista perinatal da OMS, Metin Gulmezoglu.


Fonte: http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2015/04/10/noticia_saudeplena,152963/oms-alerta-que-cesarianas-so-devem-ser-feitas-quando-ha-indicacao-medi.shtml

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Os mitos e as verdades sobre o chocolate


Mas será mesmo que consumir chocolate pode prejudicar a pele? Estes e outros mitos são respondidos por Dr. Roberto Martins Figueiredo (Dr. Bactéria).

O chocolate pode trazer bactérias patogênicas (que ocasionam doenças)?
As características próprias do chocolate não permitem o desenvolvimento de bactérias que causam doenças, no entanto, bactérias patogênicas , como Salmonella, podem permanecer latentes e , tendo em vista a baixa dose infectante desta bactéria, podem acarretar em Doenças Veiculadas por Alimentos.

O chocolate previne cárie ?
Pesquisadores japoneses (Takashi Ooshima e seus colegas da Universidade de Osaka) descobriram que substâncias presentes na casca do cacau e consequentemente no chocolate podem inibir a formação de cáries cujo processo se inicia quando bactérias do tipo Streptococcus produzem uma molécula adesiva chamada glucan. Isto ajuda a bactéria a se fixar nos dentes e formar a placa bacteriana. Estas bactérias convertem os açúcares em ácidos, que corroem o dente, levando às cáries. Esta substância possui poder bactericida. No entanto, nada substitui a boa higiene , com a escovação e fio dental ,sempre, pós alimentação.

Chocolate pode conter toxinas de fungos de alta toxicidade ?
Embora na fermentação do cacau podem haver contaminações de fungos, ainda não foi comprovada a possibilidade da produção de toxinas fúngicas tipo aflatoxina.

Mousse de chocolate apresenta riscos de doenças veiculadas por alimentos ?
A utilização de clara de ovos na preparação deste alimento pode levar , e já houveram vários casos, de aparecimento de eventos de Doenças Veiculadas por Alimentos por Salmonella enteritidis. Mousses devem ser preparados com claras pasteurizadas.

Qual o grau de contaminação do chocolate ?
O chocolate e a maioria dos produtos de chocolate são demasiadamente secos e açucarados para permitir a proliferação das bactérias, porém, no chocolate, as bactérias podem permanecer por longo tempo, de modo latente. O licor de cacau pode conter Salmonella. Em muitas fábricas a qualidade microbiológica é mantida adequada , via controle pelo calor, no entanto, a temperatura necessária para matar as bactérias no cacau líquido, podem modificar o sabor deste produto.

Comer chocolate dá espinhas?
Não existe comprovação científica de que o chocolate ou outros alimentos causem acne, mas se você achar que sua acne piora quando ingere certo tipo de alimento, evite-o.

 O que são as manchas brancas que aparecem no chocolate, quando guardado na geladeira ?

A maioria dos problemas de imperfeição de chocolate se deve à
“temperagem” mal realizada ou a problemas com troca de calor com ambiente. Muito provavelmente o chocolate estava frio, passou a “suar” e depois secou com manchas brancas. Essas manchas não significam que o chocolate estava estragado.
Apenas indicam que houve alteração devido à temperatura, fazendo com que a manteiga de cacau ficasse depositada na superfície do chocolate. Essa deposição chama-se “eflorescência”.

Por que o chocolate, na geladeira, às vezes começa a suar e fica com a superfície mole?

Isso se deve ao excesso de tempo de geladeira. Ele foi desenformado gelado e, em contato com a temperatura ambiente, passou a trocar calor e a “suar”. Ele terá maior dificuldade p/ uma completa secagem e, se secar, não terá uma boa aparência final.

Por que o chocolate não pode ser dado para cães
A teobromina existente nos chocolates pode ser fatal para os cães.

Fonte: http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2015/04/04/os-mitos-e-as-verdades-sobre-o-chocolate/